1 ano do impeachment: “O PMDB era o sócio majoritário daquele latifúndio”

Álvaro Dias, senador e pré-candidato ao Planalto pelo Podemos, sobre o impeachment de Dilma Rousseff, um ano atrás:

“O equívoco foi um impeachment pela metade. Eu defendi, à época, um impeachment que alcançasse também o vice-presidente, que também se utilizou do esquema de pedaladas.”

No entender dele, eleições diretas logo após a queda da petista evitariam que o país continuasse mergulhado numa crise política.

“O PMDB era o sócio majoritário daquele latifúndio.”

12 comentários

  1. Eleições Diretas? Mudando a Constituição e com Lula concorrendo? Que ideia ótima, Álvaro… Por que não fizemos isso?

  2. A grande virtude do impeachment foi o de cumprir a constituição sob a orientação do STF do começo até o último dia, a grande falha foi o Lewandowski e o Renan terem, no último instante, deixado de cumprir a constituição.
    Seguir os conselhos de Álvaro Dias seria, mais uma vez, deixar de cumprir a constituição, aumentando o erro, foi bom evitar. A salvação da pátria estava no STE, houvesse a Carta Magna sido cumprida e tudo estaria bem, mas aí entrou o Gilmar Mendes. Triste!

  3. Larga mão de ser petista.
    Não houve golpe algum. A presidenta, como vocês a chamam, caiu porque, além de ser incompetente e irresponsável, afundou o país!!!! Era também corrupta porque acobertou vários dos crimes de seu criador. Ou você acha que ela não sabia de nada???? Tanto sabia que quis dar foro privilegiado ao Lula, alojando-0 na Casa Covil. Graças à gravação do Bessias, liberada pelo Juiz Sergio Moro, ela não logrou exito.

  4. Bela solução encontraram para a corrupção no Brasil, tiraram uma presidente íntegra, contra quem não pesa uma acusação sequer de improbidade, e entregaram o poder para uma quadrilha, cujos membros estão presos, foram demitidos ou estão acossados por pesadas denúncias, todas com provas.

  5. Até quem não apoiou o golpe contra a Dilma já se conformou, pois o país estava ingovernável do ponto de vista econômico. Claro que ninguém poderia prever que o que já estava ruim poderia piorar. A lição que se tira deste triste episódio é que governos passam, mas princípios não. Ideias ficam, mas pessoas se vão. Foram-se Dilma, Aécio, Temer. O que a gente quer é um Brasil livre de todas as organizações criminosas e cadeia para todos os seus líderes.

  6. Eleições diretas nas quais sua aliada oculta Marina Silva venceria, isso se o sr. não fosse candidato, no qual também venceria e chamaria a Marina para ser sua ministra. Ou pensa que eu me esqueci do apoio incondicional a Fachin em 2015?

    Direita de verdade é com Maria Silvia Bastos Marques presidente e Ana Amélia Lemos vice.

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