13h13

A Folha explica que, exatamente às 13h13, Eduardo Cunha devolveu ao Conselho de Ética a representação que pede a cassação do mandato do presidente da Câmara. O peemedebista demorou 14 dias, ou quase todo o prazo regimental disponível, apenas para numerá-la.

Nesse ritmo, calcula o jornal, qualquer eventual votação sobre a cassação de Cunha ficará apenas para a segunda quinzena de abril de 2016.

É o Brasil ficando para depois.