15 de novembro

A estratégia de Michel Temer para tomar o lugar de Dilma Rousseff está clara.

Ontem à noite, ele avisou que não vai mover uma palha pelo impeachment. É verdade. Espertamente, ele está esperando Dilma Rousseff fazer tudo por ele.

Diz a Folha de S. Paulo:

“Senadores e deputados ligados à cúpula do PMDB calculam que até o congresso do partido, em 15 de novembro, a crise econômica terá se agravado, levando às ruas as classes C e D. Neste cenário, o encontro se tornaria o momento de ruptura e do apoio da sigla à saída de Dilma, via impeachment ou renúncia”.

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