200, 300, 400…

Segundo Andréia Sadi, Benedicto Júnior disse ao TSE “que foi definido em uma reunião com Marcelo Odebrecht e outros executivos que a empreiteira ia contribuir com R$ 200 milhões para todas as campanhas em 2014 – inclusive a presidencial”.

Só a campanha de Dilma Rousseff, porém, recebeu 150 milhões de reais, 4/5 dos quais clandestinamente, de acordo com o depoimento de Marcelo Odebrecht.

Benedicto Júnior deve ter excluído de seus cálculos os 100 milhões de reais que o PT tinha no departamento de propinas da Odebrecht, fruto da venda da MP 470.

Ele deve ter excluído também os repasses da Braskem.

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