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'400 mil mortes poderiam não ter acontecido', diz epidemiologista na CPI

Pedro Hallal afirmou aos senadores que milhares de mortes seriam evitadas se o país tivesse adotado o isolamento e comprado imunizantes com mais antecedência
400 mil mortes poderiam não ter acontecido, diz epidemiologista na CPI
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O epidemiologista Pedro Hallal disse há pouco na CPI da Covid que cerca de 400 mil mortes por Covid no Brasil poderiam ter sido evitadas se o país tivesse adotado medidas não farmacológicas e comprado vacinas com mais antecedência.

“Basicamente são contas complementares. Na verdade, o que aparece: 400 mil, destas 507 mil mortes poderiam não ter acontecido se o Brasil tivesse na média mundial.”

Segundo a projeção de Hallal, a falta de isolamento social e a recusa das primeiras ofertas da Pfizer e da Coronavac foram os principais responsáveis por elevar drasticamente o número de mortes no país.

“Em um ano de pandemia, 120 mil destas poderiam ter sido evitadas se o Brasil tivesse adotado medidas não farmacológicas. Além disso, tem as 145 mil que poderiam ter sido evitadas se tivéssemos comprado a vacina da Pfizer nas primeiras ofertas da Pfizer e da Coronavac.”

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