A banalidade da propina

Herman Benjamin, relator no TSE do processo que pode cassar a chapa Dilma-Temer, disse à Folha que sua decisão será histórica.

“Não é só o maior processo na minha história como juiz, mas sim de todos. O TSE nunca julgou uma cassação de uma chapa presidencial eleita.”

Assim como Sérgio Moro, o ministro se espantou com a normalidade com que as empreiteiras tratavam o pagamento de propina.

“Vocês conhecem a expressão da Hannah Arendt, se referindo a outro contexto, a ‘banalidade do mal’. Aqui era a ‘normalidade da corrupção’.”

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