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A Bia, Paulo Freire e eu

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Em sua coluna na Crusoé, Mario Sabino trata do humilhante resultado do Brasil no Pisa, o exame de avaliação de alunos de 15 anos coordenado pela OCDE.

O colunista escreve sobre Paulo Freire e seu método de ensino festejado pelas esquerdas — com o qual Sabino teve contato graças a uma amiga que conheceu em 1980, em um cursinho pré-vestibular.

Leia um trecho:

“Ao fim e ao cabo, não acho que Paulo Freire seja o maior culpado da nossa miséria escolar. Ele é somente um dos culpados — inclusive ao inculcar a ideia de que se deve alfabetizar adultos em massa. Os militares fizeram uso dessa ideia e criaram o Mobral, que serviu apenas para alastrar o analfabetismo funcional. O negócio é alfabetizar crianças. Se vai começar pelas sílabas arbitrárias ou não, pouco importa. O essencial é que, ao final, elas não usem cê-cedilha em ‘opressor’. A verdade é que nossas escolas sempre foram ruins, com as exceções de praxe. Elas só demonstraram que era possível piorar quando passaram a ser centros de doutrinação. Mas há muitos doutrinadores ideológicos capazes de transmitir uma visão ‘bancária’ do conhecimento aos alunos. Eles podem ser bons nisso.”

Leia a íntegra na Crusoé:

A Bia, Paulo Freire e eu

O isolamento do PT e o racha histórico na esquerda. Mais aqui

Comentários

  • Clayton -

    Primeiro ponto: nossas escolas nem sempre foram ruins. Segundo ponto: SIM, a culpa do desastre de todo nosso sistema de ensino é de Paulo Freire e seu embuste pedagógico!

  • José -

    Nos restou o Sobral, a sobra do Mobral.

  • Ricardo -

    Educação, mérito e trabalho. O resto é teta...

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