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A birra ideológica de Dilma com Israel

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Dilma Rousseff e os seus miquinhos ideológicos continuam a criar conflitos internacionais idiotas. Desde meados do ano, Doni Dayan, novo embaixador de Israel no Brasil, tenta apresentar as suas credenciais ao governo brasileiro — que, obliquamente, se recusa a aceitá-las, porque ele foi presidente da entidade que reúne os colonos israelenses instalados na Cisjordânia.

Hoje, em entrevista a uma emissora de TV, a vice-ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely, disse que Telaviv não proporá um segundo nome e reiterou o pedido para que o governo brasileiro aceite as credenciais de Doni Dayan.

O Brasil pode condenar formalmente a política de Israel na Cisjordânia? É claro que pode. Os Estados Unidos, maior aliado dos israelenses, não cansam de fazê-lo. Mas não receber as credenciais do embaixador de Israel, além de ser um desaforo intolerável a um país amigo, é uma intromissão torta do Brasil em assuntos internos de outra nação, o que contradiz a tradição diplomática do Itamaraty.

Os militares, que mantêm laços estreitos de cooperação técnica com a indústria bélica israelense, estão fulos com Dilma Rousseff e os seus miquinhos ideológicos e antissemitas.

É o governo mais desastrado de todos os tempos, não importa a área que se examine.

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