A bravata da ONU

Julian Assange escondeu-se na embaixada do Equador, em Londres.

Três dos cinco membros do painel da ONU encarregados de avaliar o caso interpretaram sua fuga como se fosse uma prisão.

Só um deles – um advogado ucraniano – percebeu o absurdo dessa acusação.

Como explicou o Guardian, Assange não estava preso. Ele podia sair da embaixada quando quisesse. Só que, saindo da embaixada, seria deportado para a Suécia e julgado por estupro.

A ONU não serve para nada.

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