"A China não pensa para 2022, ela pensa estrategicamente em 100 anos"

“A China não pensa para 2022, ela pensa estrategicamente em 100 anos”
Fonte: Pixabay

Jair Bolsonaro disse no último domingo que os chineses precisam mais do Brasil do que os brasileiros da China.

O ex-secretário de Comércio Exterior e consultor Welber Barral disse ao Estadão que “não é bem assim”.

“A China depende de Brasil, Estados Unidos e Argentina em soja, que é o grande tema. Mas em termos de volume de comércio, a exportação do Brasil para os chineses é pequena. A soja é estratégica, mas se a China pensar que o Brasil não é confiável, ela vai buscar alternativas.”

O especialista acrescentou:

“A China não pensa para 2022, ela pensa estrategicamente em 100 anos. Ela está agora fazendo um enorme projeto de plantação de soja na Tanzânia. O Brasil não pode achar que vai fazer desaforo com a China neste momento e vai ficar por isso, porque não vai.”

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