A compra de votos de Lula e Dilma

Leiam o que Gilmar Mendes acabou de declarar:

“Tenho a impressão de que a adoção de determinadas políticas públicas com finalidade exclusivamente eleitoral é uma compra de votos moderna”.

Ele exemplificou:

“A gente fica imaginando a captação do sufrágio como a compra do eleitor via distribuição de telha, saco de cimento, tijolo. Na verdade, em termos gerais, dispõe-se da possibilidade de fazer políticas públicas para aquela finalidade. Aumentar Bolsa Família em ano eleitoral, aumentar o número de pescadores que recebem a Bolsa Defeso. Em suma, fazer este tipo de política de difícil impugnação inclusive por parte dos adversários. A Justiça Eleitoral será que estaria preparada para este tipo de debate? O que resulta disto é um déficit de R$ 50 bilhões estimado pelo TCU”.

E foi adiante:

“Nessa campanha, a presidente Dilma disse, como candidata: nós fazemos o diabo para ganhar a eleição. O presidente Lula disse, em algum momento, na presença da candidata Dilma: eles não sabem o que nós somos capazes de fazer para ganhar a eleição. Agora a gente sabe o que eles podem fazer para ganhar a eleição, mas não na urna, em outro campo, R$ 50 bilhões de déficit”.

Gilmar Mendes deu a entender que, se não for capaz de cassar Dilma Rousseff, o TSE é um embuste:

“Estamos enganando a torcida, cassamos 10 vereadores, enquanto os tubarões passam”.

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