A Constituição proíbe

Três semanas após o Estadão, foi a vez de a Folha de São Paulo dedicar um editorial contrário à lei que regulamenta o direito de resposta. Para o jornal, as dificuldades jurídicas criadas pelas novas regras basicamente funcionam como um instrumento de censura.

Leiam o que a Folha escreveu:

“Seu maior defeito está em criar tantos obstáculos para o veículo de comunicação se defender judicialmente que, na prática, termina por constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística –o que a Constituição proíbe.”

Após listar os principais problemas do novo texto, o jornal defende que o STF seja acionado urgentemente para que os abusos dessa nova lei caiam assim como caiu a Lei de Imprensa de 1967.