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A CVM acordou?

A CVM acordou?
CPIBNDES - CPI do BNDES realiza reunião para ouvir depoimento o empresário fundador do grupo EBX, Eike Batista. Em pronunciamento, empresário Eike Batista. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Bela Megale diz que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) buscou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para ter acesso a trechos da delação de Eike Batista, em citações que envolvam bancos.

O objetivo é conhecer as operações de P-Notes, participatory notes, usadas por bancos para realizar compra e venda de ações de investidores registrados no exterior.

O Antagonista revelou no ano passado que Eike usava offshores e contava com a discrição de pelo menos seis instituições bancárias para essas operações: JP Morgan, BTG, Itaú, Goldman Sachs, Morgan Stanley e Credit Suisse.

 

Antes tarde do que nunca.

Leia mais: Enquanto Brasília faz tudo errado, a Crusoé continuará fazendo o certo: fiscalizando o poder.
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