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A difícil vida de Mendonça no Senado

Candidato de Jair Bolsonaro à vaga deixada por Marco Aurélio Mello tem ido a gabinetes de senadores para pedir apoio ao seu nome
A difícil vida de Mendonça no Senado
Foto: Alan Santos/PR

Terrivelmente evangélico ou não, André Mendonça, enfrentará muitas resistências no caminho para garantir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. Duas pesquisas divulgadas hoje mostraram que o atual advogado-geral da União tem entre 26 e 28 senadores que o apoiam.

Para ser escolhido como futuro ministro do STF, Mendonça precisa de 14 votos na Comissão de Constituição e Justiça e outros 41 no plenário do Senado.

Segundo levantamento de O Estado de S. Paulo, o AGU teria o apoio de 26 senadores; enquanto, de acordo com o UOL, esse número sobe para 28.

Hoje, chegou a ser veiculado um possível apoio do PT a Mendonça. Nada mais enganoso. Fontes do partido afirmaram que não há acordo para aprovação do nome do AGU e que apoiarão “qualquer garantista” que for cogitado como possível futuro ministro.

Um deputado evangélico da base do governo Jair Bolsonaro disse a O Antagonista, sob a condição de anonimato, que Mendonça terá “um caminho complicado” até a aprovação do seu nome.

E um ministro do STF, também ouvido sob reserva por este site, disse que foi procurado por Jair Bolsonaro para ajudar a defender o nome de Mendonça no Senado, como é de praxe em toda indicação ao STF.

Mas, ao ser questionado por O Antagonista sobre as chances de aprovação de Mendonça no Senado, o ministro foi direto: “Melhor esperarmos a volta do recesso”.

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