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A discrição do empresariado

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Empresários que vinham expondo publicamente apoio a Jair Bolsonaro nos últimos meses decidiram adotar uma postura mais discreta.

Meyer Nigri, da Tecnisa, Flávio Rocha, da Riachuelo, Sebastião Bomfim, da Centauro, e Salim Mattar, da Localiza, são alguns dos que passaram a lidar com o assunto com cautela.

Diz o Valor:

“Trata-se agora de uma discrição muito parecida com o que levou a equipe de campanha de Bolsonaro a rejeitar a participação em debates e cercear as falas do assessor econômico Paulo Guedes e do vice Hamilton Mourão”.

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