A discrição do empresariado

Empresários que vinham expondo publicamente apoio a Jair Bolsonaro nos últimos meses decidiram adotar uma postura mais discreta.

Meyer Nigri, da Tecnisa, Flávio Rocha, da Riachuelo, Sebastião Bomfim, da Centauro, e Salim Mattar, da Localiza, são alguns dos que passaram a lidar com o assunto com cautela.

Diz o Valor:

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“Trata-se agora de uma discrição muito parecida com o que levou a equipe de campanha de Bolsonaro a rejeitar a participação em debates e cercear as falas do assessor econômico Paulo Guedes e do vice Hamilton Mourão”.

Comentários

  • Nina -

    Beleza! Deixem os adversários continuarem a berrar e chamar para a briga. Muita calma nesse momento. Não dêem munição para os ataques.

  • REVOLTADO -

    Valor é Globo! É impressão ou a notícia tem mesmo um viés constrangedor para os apoiadores de Bolsonaro?!

  • Laércio -

    Esses homens, donos de grandes empresas, bem que podiam para de anunciar na falha de são paulo. Que a cidade/estado e o santo, me perdoem por escrever seus nomes em minúsculas.

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