A dissidência peemedebista

A decisão sobre o impeachment, é claro, está nas mãos do PMDB.

O Estadão disse que “emissários de Michel Temer intensificarão, a partir desta quinta-feira, as costuras nos bastidores para que o peemedebista possa assumir com forte respaldo político o cargo de Dilma Rousseff”.

Segundo a reportagem, “o apoio de Renan Calheiros é considerado fundamental para o sucesso da estratégia. Nos últimos meses, Renan atuou como um espécie de líder informal do governo no Congresso. Ontem mesmo, porém, petistas próximos da presidente acreditavam que Renan teve participação na decisão de Eduardo Cunha de abrir o processo de impeachment”.

Deputados do PMDB consultados pela reportagem disseram que a “dissidência (grupo pró-impeachment) conta com 25 dos 64 deputados, mas deve aumentar se houver pressão das ruas”.