A escola sem partido de Aras

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Augusto Aras está levando a sério a promessa feita a Jair Bolsonaro de enfraquecer a esquerda dentro do Ministério Público.

Na semana passada, a Escola do MPU — que prepara procuradores recém-nomeados e promove o aperfeiçoamento de membros do órgão e servidores — eliminou a oferta de uma série de disciplinas “progressistas” e contrárias à agenda econômica do governo.

Foram suspensas ou canceladas aulas sobre “diversidade sociocultural”, proteção internacional dos direitos humanos, defesa de indígenas, violência de gênero e política de drogas, prevenção e combate à tortura e sobre a atuação do MP do Trabalho após a reforma trabalhista.

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A justificativa oficial é de “revisão acadêmica e ajustes orçamentários”.

Por trás das mudanças, está uma troca geral promovida pelo procurador-geral no conselho administrativo da escola, que interrompeu mandatos em andamento de coordenadores.

Comentários

  • Fernando -

    Correto!! O MP em geral tem que ter capacitações é na área técnica, direito, contabilidade, politicas publicas de combate a lavagem de dinheiro, crimes comuns... coisa técnica, objetiva!

  • John -

    Parabéns, Aras.

  • Eliz -

    Temos que desaparelhar a máquina pública, senão não vão deixar o Brasil avancar

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