A farra do cartão corporativo

Em 2007, uma tapioca de R$ 8,30 comprada pelo então ministro Orlando Silva com o cartão corporativo gerou uma crise política, diz a Crusoé.

O caso, porém, não impediu a farra com o dinheiro público.

“Uma funcionária encarregada de administrar as residências oficiais da Presidência da República, entre elas o Palácio da Alvorada, visitou uma refinada loja de velas e essências perfumadas de Brasília no último dia 17 de setembro. Saiu de lá com um sacola de produtos, depois de pagar 62 reais com um cartão corporativo do governo federal. A mesma servidora fez outras 124 compras semelhantes em estabelecimentos como ótica, loja de bicicletas, de tecidos, de artigos para cama, mesa e banho, de cabides e araras para roupas, além de produtos de utilidade doméstica, como taças e louças, em um total de 68,3 mil reais.”

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Leia mais: A verdadeira sabatina de Kassio Marques.
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