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A ficha de Adriano da Nóbrega

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A ficha de Adriano Magalhães da Nóbrega, morto ontem numa ação da polícia na Bahia, inclui acusações de homicídio qualificado e organização criminosa.

Nas ações junto em que teve o decreto de prisão preventiva negado no STJ e no STF, ministros detalharam o envolvimento do ex-policial com a milícia de Rio das Pedras, no Rio.

“Seria um dos líderes de organização criminosa com atuação nas comunidades da Muzema, Rio das Pedras e arredores. A ele caberia, em tese, a atribuição de coordenar e manter sob controle
todas as empreitadas criminosas, podendo-se destacar as afetas ao ramo imobiliário (venda e locação ilegais de imóveis; grilagem de terras; extorsão a moradores e comerciantes com  cobranças ilegais de taxas por alegados “serviços” prestados pelo grupo criminoso; ocultação de bens cuja aquisição se daria com proventos das atividades ilícitas; falsificação de documentos públicos; pagamento de “propina” a agentes públicos; atividades de agiotagem; utilização a partir de ligações clandestinas de serviços de água e energia e demais atividades que garantem a dominação dos territórios.”

Em 2007, a esposa de Adriano, Danielle, foi empregada no gabinete de Flávio Bolsonaro; em 2016, foi contratada a mãe, Raimunda. Ambas deixaram o cargo em 2018, quando ele foi eleito para o Senado.

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