A inteligência bolsonarista

A inteligência bolsonarista
Foto: Adriano Machado/Crusoé

“Na pandemia de covid-19, enquanto convencia néscios de que a obrigatoriedade de vacina fere direitos individuais, o presidente da República reuniu chefões da Abin e do GSI fora da agenda”, diz José Nêumanne.

“O encontro constou da agenda do serviçal Augusto Heleno, que nunca se destacou pelo uso da inteligência. Em 25 de agosto, Jair Bolsonaro levou à presença deste e do delegado Alexandre Ramagem as advogadas do primogênito, Luciana Pires e Juliana Bierrenbach, para denunciarem eventual crime de fiscais da Receita Federal na ação contra a ilícita prática de peculato quando Flávio Bolsonaro dava expediente na Alerj (…).

O fato configura crime de responsabilidade, passível de impeachment.”

Leia mais: Documentos obtidos por Crusoé trazem revelações sobre o caso das rachadinhas que envolve o notório Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente
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