A memória seletiva de Eike

Eike Batista falou o que quis na CPI do BNDES diante de deputados condescendentes, grande parte financiada pelo empresário. Chegou a ser chamado de “fenômeno” por Arnaldo Jordy, do PPS.

O eterno filho de Eliezer negou que Fernando Baiano trabalhasse para o grupo e disse não se lembrar de como conheceu o lobista. “Sei que ele apareceu no escritório”, disse.

Eike também nunca conversou com José Carlos Bumlai e só conhece Lula das notícias de jornal.