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A mesada (e o silêncio) de Dias Toffoli

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Às vésperas da posse de Dias Toffoli na presidência do STF, a revista Crusoé revelou que o ministro recebia 100 mil reais todo mês em uma conta mantida no Banco Mercantil — o dinheiro era repassado pela mulher dele, Roberta Rangel, dona de um escritório de advocacia com causas vultosas nos tribunais de Brasília.

As transações foram consideradas suspeitas por técnicos do próprio Banco Mercantil.

Passados cinco meses da publicação da reportagem, Toffoli não se pronunciou a respeito até hoje.

A reportagem da Crusoé foi escolhida uma das sete melhores matérias investigativas publicadas em língua portuguesa em 2018. A escolha foi feita pela Rede Global de Jornalistas Investigativos (GIJN, na sigla em inglês), associação de 172 organizações internacionais que produzem e promovem jornalismo investigativo em 75 países.

Clique no link abaixo para ler a reportagem completa:

A mesada de Toffoli

Temos uma chance única de começar a limpeza do Judiciário. LEIA AQUI

Comentários

  • Jorge -

    Lava-Toga !!! Urgente - para 2019 !!!

  • Waldomiro -

    Verme, canalha....

  • Antonino -

    Essa mesada persistiu por quanto tempo? Vocês não dizem o montante por qual motivo, não sabem?

Ler 52 comentários