A obsessão do decano

Celso de Mello obcecado pela “presunção de inocência”:

“Ninguém, absolutamente ninguém, pode ser tratado como culpado sem que exista a esse respeito decisão judicial condenatória transitada em julgado.”

Nem Pimenta Neves, decano?

Nem Luiz Estevão, decano?