A "parceria tóxica" de Bolsonaro e Toffoli

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Josias de Souza comentou a “parceria tóxica” de Jair Bolsonaro com Dias Toffoli, dizendo que equivale a um “estelionato eleitoral”.

Leia aqui:

“Está em franco andamento algo muito parecido com uma megaoperação abafa. O movimento passa por intervenções em órgãos estratégicos como Receita Federal, Polícia Federal e Coaf. Inclui a sucessão na Procuradoria-Geral da República. Envolve, de resto, investidas legislativas como a recém-aprovada Lei de Abuso de Autoridade, pendente de sanção presidencial.

Um dos aspectos mais incômodos do abafa é o comportamento de Jair Bolsonaro. Eleito como solução por mais de 57 milhões de eleitores, o capitão tornou-se parte do problema. Atua movido pelo interesse pessoal e dos filhos. As conveniências do filho 01 conduziram Bolsonaro para um cerco ao Coaf e à Receita, numa parceria tóxica como o presidente do Supremo, Dias Toffoli (…).

Mantida a lealdade do presidente da República à sua dinastia em detrimento dos interesses republicanos, será preciso começar a chamar o fenômeno pelo nome: estelionato eleitoral. Bolsonaro elegeu-se enrolado nas bandeiras da ética e da meritocracia. Está entregando outro tipo de mercadoria.”

Comentários

  • Veronica -

    Bolsonaro enveredando pelos caminhos do estelionato eleitoral, eu não esperava por isso, meu voto ele não recebe nunca mais

  • Anamaria -

    Perfeito! Só falta assumir que é mais do mesmo.

  • VAGNER -

    Presidente, se seu filho Flávio, está envolvido em algum esquema, que seja cumprida a lei. Pare de ficar abafando e fazendo conchavos para encobrir. Veja a sua posição como mandatário da Republic

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