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A PF de Moro

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A campanha bolsonarista para trocar o diretor-geral da PF vai acabar chutando Sergio Moro para fora do governo.

Diz Josias de Souza:

“O preferido do capitão para a chefia da PF, delegado Anderson Gustavo Torres, joga no time do próprio Bolsonaro. Relaciona-se bem com o presidente. É amigo de dois de seus filhos, Eduardo e Flávio. E frequenta o gabinete do ministro mais prestigiado do Planalto, Jorge Oliveira (…).

Embora integre os quadros da PF, Anderson Torres passou metade dos seus 16 anos de corporação cedido ao Congresso Nacional. Entre 2010 e 2018, serviu como chefe de gabinete do então deputado federal e também delegado da PF Fernando Francischini — um ex-tucano que hoje é deputado estadual no Paraná pelo PSL, partido de Bolsonaro.”

Sergio Moro jamais aceitaria transformar a PF numa guarda particular do presidente.

Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress

Para Lava Jato, decisão do STF pode levar à anulação de mais condenações. SAIBA MAIS AQUI

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