A PF queria, mas Herman vetou

Na semana passada, O Antagonista revelou que o ministro Herman Benjamin não quis quebrar o sigilo bancário das gráficas suspeitas. A informação é confirmada em seu despacho de hoje.

Segundo o MPF, “o desdobramento das diligências, na forma vislumbrada pela autoridade policial, ultrapassa o escopo da ação de investigação judicial eleitoral”.

Essa quebra seria fundamental para saber o destino final dos recursos que entraram nas gráficas. Como o dinheiro saiu? Saques, transferências? Quem foi beneficiado?

Para O Antagonista, o pedido da PF está, sim, dentro do escopo da AIJE, considerando que as gráficas investigadas subcontrataram outras empresas que podem ter sido usadas para escoar o dinheiro.

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