A propina de 1,5 milhão de dólares na campanha de Dilma

João Santana recebeu 1,5 milhão de dólares em propina durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff.

Os depósitos foram efetuados por Zwi Skornicki, operador da BrasFELS, entre julho e novembro de 2014.

Ele recebeu outros 3 milhões de dólares do mesmo operador durante a pré-campanha de Dilma Rousseff, em seis pagamentos de 500 mil dólares cada um, realizados entre setembro de 2013 e meados de 2014.

Pedro Barusco disse que Zwi Skornicki pagou propina ao PT por contratos das plataformas P-51, P-52, P-56, P-58 e P-61.

Mas a propina para a campanha de 2014 só pode estar relacionada ao contrato da Sete Brasil com a BrasFELS, assinado em 2012, para o fornecimento de seis sondas do pré-sal.