A propina de Lula e a chantagem de Dilma

Dilma Rousseff autorizou a compra de Pasadena, mas acabou barrando o contrato bilionário da Odebrecht para recauchutar a refinaria.

Pelo que disse Nestor Cerveró à Lava Jato, porém, a empreiteira já havia adiantado uma propina de 4 milhões de dólares para a campanha de Lula.

Isso explica o que ocorreu em 2014, quando Lula pensou em se candidatar à presidência e foi obrigado a desistir depois de uma conversa com Dilma Rousseff sobre Pasadena.

Releia o post de 3 de outubro:

A seção Radar, da Veja, relata que, em 2 de maio de 2014, um Lula radiante foi ao Encontro Nacional do PT, em São Paulo, com discurso pronto para lançar a sua candidatura à Presidência da República.

Dilma Rousseff, abatida, chamou-o para uma conversa a sós. Lula, diz a coluna, saiu abatido e Dilma, radiante. Ela foi aclamada candidata.

Segundo a seção Radar, o assunto da conversa foi a compra da refinaria de Pasadena, o pior negócio da história do capitalismo mundial que, segundo Nestor Cerveró, rendeu 4 milhões de reais à campanha de Lula, em 2006.

Ou seja, para ser candidata à reeleição, Dilma teria ameaçado Lula.


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