A quadrilha internacional

A Odebrecht admitiu o pagamento de propina a Ollanta Humala, presidente do Peru.

E quem foi o marqueteiro clandestino de sua campanha eleitoral?

João Santana, é claro.

O roteiro está muito claro: Lula se reunia com candidatos de esquerda da América Latina, oferecia-lhes a assessoria de João Santana, a campanha era paga pelas empreiteiras brasileiras, que ganhavam contratos para obras naqueles países, financiadas pelo BNDES, e repassavam 1% de propina para o PT.

Leia o que publicou o jornal peruano Correo em 29 de março de 2011:

“Aunque primero negó tajantemente que su campaña electoral con miras a los comicios de abril sea asesorada por el ex mandatario del Brasil, Ignacio Lula Da Silva, hoy Ollanta Humala terminó por reconocer que si mantuvo una reunión con el polémico estratega Joao Santana.

Como se recuerda el diario Correo reveló al iniciar la semana que Lula tendría interés en el ingreso de Humala al gobierno, pues tiene en mente aprovechar los recursos de la selva virgen para edificar centrales hidroeléctricas que sirvan a su país.

Incluso se estimó que los poderosos grupos cariocas Odebretch y Camargo & Correa, se encargarían de la edificación de las estructuras que además afectarían el ecosistema natural”.

Ollanta Humala, portanto, foi obrigado a admitir sua reunião com “el polémico estratega” João Santana. Lula “teria interesse” na eleição de Humala, porque ele assinaria contratos com a Odebrecht e a Camargo Corrêa para a construção de hidrelétricas.

Alguma dúvida?