A quadrilha no Panamá

O esquema Lula – João Santana – Odebrecht – BNDES agiu também no Panamá.

De acordo com Lauro Jardim, a Odebrecht admitiu à Lava Jato “uma situação em que a propina foi negociada diretamente com Ricardo Martinelli, o ex-presidente do Panamá, país em que a Odebrecht tocou, entre outras obras, o metrô da capital e uma hidrelétrica”.

Um telegrama secreto do Itamaraty, reproduzido pela Época, já havia esclarecido essa conexão:

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