A questão agora é calar Graça Foster e blindá-la nas investigações

A demissão de Graça Foster requer convencê-la a calar a boca, aceitando passivamente o papel de bode expiatório, e blindá-la nas investigações em diferentes instâncias.
Para a primeira questão, o governo pode lançar mão de milhares ou até milhões de argumentos, visto que todo ex-dirigente da Petrobras parece ter preço.
Para a segunda, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda, já conta no TCU com o ministro Vital do Rêgo e o presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, para abafar o trabalho dos auditores. As piores ameaças  estão no Ministério Público Federal do Paraná, que terá mais liberdade para avançar sobre Graça Foster, e na Câmara Federal, onde terá de negociar mais alto, a fim de que Eduardo Cunha segure as pontas da ex-presidente da Petrobras na provável CPI que será aberta depois da divulgação dos nomes dos políticos envolvidos na Operação Lava Jato. Ou CPIs.

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