A reforma de dois milhões de reais

Além de revelar o nome da “parceira da Odebrecht” que reformou o sítio de Lula, a Folha de S. Paulo revelou também que as obras custaram mais de 1 milhão de reais.

Foram 777 mil reais em materiais de construção, comprados no Depósito Dias, 280 mil reais para a construtora Rodrigues do Prado, terceirizada pela Odebrecht, e 55 mil reais para a Fernandes dos Anjos, contratada por José Carlos Bumlai.

O cálculo exclui os 200 mil reais pela cozinha da Kitchens, pagos pela OAS em 2014, e os salários do engenheiro Frederico Barbosa, da Odebrecht, do arquiteto Igenes Irigaray, contratado por José Carlos Bumlai, e do agrimensor financiado por Roberto Teixeira.

O cálculo exclui igualmente as obras no lago, que foram feitas pela OAS, de acordo com a Veja, e todos os móveis, que devem ter sido adquiridos em São Paulo por algum empresário ligado a Lula, provavelmente preso.

Faça o primeiro comentário