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A reformulação do escritório de Tiago Cedraz após operações da PF

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Depois das operações Lava Jato e Registro Espúrio nos últimos anos, o escritório de Tiago Cedraz registrou não só uma mudança de nome, mas também societária. Dos 11 sócios, sete se desligaram nos últimos meses.

O próprio Tiago, filho do ministro Araldo Cedraz, saiu em setembro de 2018. Ele e o então sócio Bruno Galiano, também investigado, repassaram suas cotas a suas mulheres e se afastaram da sociedade.

Atualmente, há um núcleo de advogados que cuida de processos antigos. O grupo é chefiado por Rodrigo Molina Resende Silva, que aparece como sócio da Hanover Administradora de Bens Próprios Ltda, de Tiago Cedraz.

Molina aparece como administrador do Consórcio Rio Teleféricos, formado pelas empresas Providência Teleféricos e Hanover Administração de Bens, que é responsável por operar o teleférico do Complexo do Alemão.

Tiago continua nos EUA, para onde se mudou com a família, com passagens. A delação de Sérgio Cabral promete ser uma nova dor de cabeça para o advogado.

Em nota enviada a O Antagonista, Molina afirmou que nunca foi sócio do advogado Tiago Cedraz na empresa Hannover e que “não é administrador do Consórcio, mas sim procurador. Não tenho poderes de administração, mas sim de representação perante a Administração Pública e o Judiciário”, diz o texto.

Leia também: A estreia do ex-procurador da Lava Jato na Crusoé.

Comentários

  • SOLANGE -

    Devia estar preso

  • Teresa -

    Se afastou mas de longe certamente continua fazendo contatos. Essa gente conhece todo mundo, consegue interferir em tudo.

  • Massaaki -

    ou a LAVAJATO pega ou o COVID19 pega...kkkk

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