A relação de Bumlai com outro banco quebrado

No despacho de Sérgio Moro, constam movimentações suspeitas realizadas por José Carlos Bumlai no Banco BVA, outro que quebrou – ou foi quebrado pelo esquema.

Além das já conhecidas fraudes no BVA, o Ministério Público Federal descobriu que Bumlai pegou no banco, em 25 de julho de 2012, um total de R$ 3,8 milhões. O empréstimo deveria ter sido saldado em 72 parcelas, mas o pecuarista amigão de Lula só pagou 19, cerca de R$ 600 mil.

Três meses depois do empréstimo, o BVA sofreu intervenção do Banco Central, sendo decretada sua liquidação extrajudicial em 2013. A falência viria em 17 de setembro de 2014.

Além do empréstimo que nunca foi pago, como fez com o Banco Schahin, Bumlai recebeu em sua conta no BVA naquele ano de 2012 um total de R$ 18,2 milhões, de origem ainda indeterminada.

Bumlai nunca declarou à Receita Federal a operação com o BVA.