A revolução que a esquerda não quer

Gigantes estrangeiros na área educacional estão de olho no ensino público brasileiro, tanto no fundamental como no médio.

Eles propõem que o Brasil adote um modelo parecido com o da “charter schools” americanas. Seriam contratadas para reciclar professores e fornecer material didático às escolas.

É uma revolução que os sindicatos e partidos de esquerda não querem.