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A tomada do Patriota e a "roleta-russa" de Jair Bolsonaro

Tentativa da família do presidente da República de assumir o controle do partido vai provocar uma longa guerra jurídica, com final ainda imprevisível
A tomada do Patriota e a “roleta-russa” de Jair Bolsonaro
Foto: TSE

O Antagonista apurou que Admar Gonzaga (foto), ex-ministro do TSE e o principal interlocutor de Jair Bolsonaro nas negociações com o Patriota, sinalizou ao presidente da República que será possível superar os questionamentos do grupo do partido contrário à forma como a família está tomando a legenda.

De toda forma, Jair, ao contrário de Flávio, que já se filiou hoje ao Patriota, tende a esperar um pouco mais para assinar a ficha de filiação.

O caso já foi parar no TSE, como noticiamos mais cedo em primeira mão, e também virou caso de polícia em São Paulo, com o registro de um boletim de ocorrência sobre as alegadas irregularidades cometidas pelo presidente do Patriota, Adilson Barroso, com quem este site não conseguiu contato no dia de hoje.

“Nós vamos continuar brigando. E, se ganharmos, Bolsonaro não terá legenda lá na frente. Ele está jogando uma roleta-russa. Há muita água para correr. A família vai tentar dominar diretórios, mas eles vão filiar e a gente vai desfiliar. Vai ser uma guerra e estamos devidamente preparados”, disse a O Antagonista uma fonte do Patriota.

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