A volta ao mundo da corrupção

Sábado é dia de petrolão. Os pagamentos de propina a Fernando Baiano, segundo o Ministério Público, passavam por sete países: Uruguai, Suíça, Estados Unidos, Luxemburgo, China, Espanha e Geórgia. A rede montada para lavar o dinheiro desviado da Petrobras foi revelada por Julio Camargo, diretor da Toyo Setal e um dos mais importantes delatores do esquema de corrupção da estatal. Ele confessou ter realizado dois pagamentos a Fernando Baiano, o homem do PMDB. O primeiro, de US$ 15 milhões, partiu de uma empresa de fachada sediada no Uruguai. O segundo, de outros US$ 15 milhões, foi feito através do doleiro Alberto Youssef. A reportagem é da Folha de S. Paulo, mas o essencial já está resumido aqui. 


A circum-navegação de Fernando Baiano

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