“Abuso de Direito”

Joaquim Falcão, da FGV, deu um exemplo daquilo que ele chamou de “defesa legal da corrupção endêmica”.

Ele disse para o Estadão:

“Existe proposta para estender o foro privilegiado para ex-presidente da República. Isso é legal, se o Congresso aprovar. Mas claramente é um objetivo para proteger ex-presidentes denunciados ou investigados por corrupção. Então você faz uma lei legal que, no fundo, é um abuso de poder. Você tem várias propostas em curso que têm uma aparência legal, mas é um abuso de direito.”

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  1. 1.
    Odeiam mídia.
    2.
    Não argumentam, só falam palavrões.
    3.
    Acham que todo mundo é comunista. Uma espécie de delírio mental!
    4.
    Não compreendem conceitos. Utilizam-os a torto e direito. Ao deus dará.
    5.
    Por ingenuidade — e sem nem mesmo perceber — ajudam os Petralhas e o petismo nos princípios mais caros ao PT: falar mal da mídia, jornalista e de jornais, além de odiar (o Q o petralhismo chama fortemente do conceito de “PiG”)
    6.
    Tem 1 mau gosto enorme! O mesmo dos Petralhas: apreciam e adoram música sertaneja-universitária (criada e inventada na Era lula-dilma. Época essa em Q a cultura no Brasil piorou enormemente)
    º
    Ou seja, resumindo:
    bolsonargas: Têm uma descrição da realidade a preto e branco; conclusões extáticas, divorciadas do mundo dos fatos e do REAL & da REALIDADE.

    1. trimmburrommmmmmm trimburrommmmmmmm Trimmmburrommmmmmmmmmm trimmmmburrommmmmmmmmm

      DIREITA BURRA DETECTED.
      cujo apelido bregaço é:
      “Brasil Direito – #CapitãoBolsonaroPresidente”.

      Trimmmburrommmmmmmburromm trimburrommmmmmmm TRIMMMBURROMMMMMM

    2. Te aconselho a melhorar essa tática, tá muito fraca. Pelo estilo do texto, parece ter copiado do blog do Arruinaldo. Tucanóides e liberalóides sem conservadorismo: os irmãos siameses do pt, na esquerda. Bolsonaro quer a mídia livre, principalmente na internet, pra bater e pra levar. Ele não é nenhum integrante do pt, psdb, e pmdb. Ele não é nenhum Gilmar Mendes, Temer, Lula, querendo regular a mídia, “democratizá-las”. Ou seja, progressistas e globalistas tentando minar o crescimento de ideias conservadoras e políticos como Jair Bolsonaro.

  2. Somos o Brasil.País das propostas absurdas e indecentes entre aqueles que fazem a legislação..A imoralidade de legislar em causa própria é tida como razão principal por aqueles que chegam ao poder legislativo através do voto popular.A Constituição da República Federativa do Brasi é um MERO rascunho que pode ser alterado ao bel prazer dos congressistas. A nossa suprema corte, tem o poder de verificar tais alterações e coibir abusos injustificáveis e danosos ao povo, ao país. Ela faz isso? Quando brotará na consciência de todos que, que um ex-presidente, é apenas um EX. Nada mais. É aquele que será lembrado pelos benefícios ou malefícios que causou ao país. Não chega a absurda série de benesses que já lhe são atribuídas? Precisam garantir o direito eterno de serem ‘imorais’?

  3. Deixa de ser previlégio se for estendido a todo cidadão do país. Simples assim. Ex-presidentes? Seus parentes de primeiro grau, seus advogados, por que não, suas empregadas também. Já que é para esculachar a nação de uma vez, vamos usar a imaginação.

  4. Na legalização do ilegal, da falta de moral, do PRIVILÉGIO etc, pelos congressistas vivemos o absurdo que hoje nos aflige. Esses mesmos é que tornaram o país mais desigual. Esses mesmos que dizem que um cidadão que ganha 233,00 por mês ultrapassou a linha de pobreza…..enquanto isso o seu Zé Sarney, entre muitos outros, quer porque quer seus 73.000,00 a que tem direito, porque é legal.
    E ainda querem a reforma da previdência sem mexer nessas imoralidades.

  5. Definir o que é ou não é “abuso de direito” é tão complicado… Por exemplo, alguns loucos ousam afirmar que um governante — cujo mandato é função de um impeachment, não custa lembrar — tomar medidas que em nenhum momento fizeram parte do discurso eleitoral e programático da presidente deposta — de cuja chapa o dito governante era o vice, não custa lembrar — nem da maioria (ou seria a totalidade?) dos parlamentares que as votarão, é um abuso de direito, ou de poder. Sei lá, tudo é tão subjetivo, não é mesmo? Acho que alguns discordarão, e respeito-os igualmente, pois o importante é haver uma pluralidade de opiniões, todas igualmente válidas.