Advogados investigados foram direto ao gabinete de Gilmar

Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, assim como as seccionais da OAB com membros investigados, não apresentaram sequer um habeas corpus ao TRF-2 após a deflagração da Operação E$quema S, como seria normal.

Optaram por pular as instâncias e resolver diretamente com Gilmar Mendes.

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