Agamenon: ano morto, vida nova!

Como diriam os detentos do presídio em Manaus antes de enfiarem suas facas, estoques e peixeiras uns nos outros: Boas Entradas! Não contente com 2016, o Anus Horribilis, o país começou 2017 com a pata direita. As quatro! Além de campeões de corrupção, também somos os maiorais em barbárie, chacinas e atrocidades de todos os tipos.

O Massacre Sangrento no Presídio manauara começou por causa de uma revolta entre as facções criminosas do PC, PT, PP, PMDB, PSOL, PSDB e PCB, que não aceitaram a decisão dos diretores de colocar naquela unidade presidional o Eduardo Cunha, o Marcelo Odebrecht, o José Dirceu, além de vários diretores de empreiteiras e políticos condenados pela Lava Jato. Injuriados com a possibilidade de conviver com tantos marginais perigosos, os presos encarcerados partiram para a violência e resolveram bater o recorde do Carandiru. Pena que o Dr. Dráuzio Careca não estava lá para narrar com sua prosa elegante mais uma atrocidade literária.

O Brasil não tem jeito… Só jeitinho! Inflação, recessão, falta de grana e desemprego galopante prometem continuar batendo recordes em 2017. Especialmente o meu próprio desemprego, que me faz viver no meu Dodge Dart 73, enferrujado, estacionado na Rua da Amargura, fundos, e me obriga a exercer a vergonhosa profissão de blogueiro de O Antagonista. Aliás, o maior antagonismo desse site é ser contra a ideia de me pagar algum tostão, merreca ou cascalho pelas minhas geniais colaborações.

Felizmente tenho os meus 17 seguidores e meio (não esqueçam do anão, que já está gravando a próxima temporada de Game of Thrones), que sempre deixam uma cesta da Cobal aqui em casa cheia de vegetais de duplo sentido que fazem a alegria de Isaura, a minha carente e famigerada patroa.

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Agamenon Mendes Pedreira deseja a todos um feliz 2018.

Sem ter o que fazer no Réveillon, fui até Copacabana assistir ao belíssimo espetáculo de fogos pirotécnicos. Infelizmente, fui atacado por um arrastão, mas os marginais, penalizados com a minha dureza, resolveram fazer uma vaquinha para inteirar a minha passagem de volta