A agenda reformista do Partido Novo

Atualmente no Partido Novo, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco disse à Folha que duas reformas “são da maior importância e urgência”.

“Uma agenda é a da sustentabilidade fiscal do Estado. Temos de reformar as instituições públicas para que seus gastos caibam na receita.

A segunda, de abertura e competitividade. O Brasil permanece a economia mais fechada do mundo (…). Essas duas agendas se conectam.

Exatamente no meio está o Estado empresário, que funciona mal, está superdimensionado. Tem muita empresa estatal. Muitas poderiam virar de capital aberto, sem controlador. Outras poderiam simplesmente fechar.”

Para Franco, o diferencial do Novo em relação ao atual governo é “o desejo de ir mais fundo”, com “propostas radicais”.

“O que ocorre hoje é que as pessoas, diferentemente do passado, estão dispostas a, ao menos, ouvir ideias novas: fim da estabilidade do funcionalismo, privatização da Petrobras…”

Comentários

  • Luiz -

    É interessante ouvir a mesma balela de sempre: a iniciativa privada é a solução de todos os males. Esquecem que o metrô, o transporte coletivo, a saúde, estão entregues à iniciativa privada, cujo o único objetivo é o enriquecimento, sem a contrapartida de um serviço que atenta a população dignamente. Que tal mudarem esse papo furado?!!

  • Lélandi -

    O NOVO fez 2 processos seletivos e o resultado disso, em 2016, foram 4 candidatos à Vereador que tem capacidade de governar um Estado e economizam 1 milhão por ano. Só falta a população que quer mudança, se filiar e viabilizar o partido.

  • Maurílio -

    Gostaria de saber quem serão os beneficiários desta vez, pois tal qual a URSS tudo quanto foram as estatais alguém as recebeu seja de graça por debaixo dos panos ou pegando uma ninharia do que vale. Se a obrigação do estado é com segurança, educação, saúde e meio ambiente deveriam trocar o valor das empresas por investimentos reais nestes setores. Dinheiro some nas mãos desse povo dos partidos políticos. A população brasileira até agora não viu a cor de nada do que foi privatizado. Não vi nada de novo nas propostas do partido novo apenas trocar de mão o dinheiro arrecadado. Quero ver solução não enrolação.

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