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Ala política estuda decretar calamidade para prorrogar auxílio; Guedes é contra

A possibilidade de estender os pagamentos emergenciais foi debatida em reunião entre os líderes da base aliada e os ministros Ciro Nogueira e Flávia Arruda
Ala política estuda decretar calamidade para prorrogar auxílio; Guedes é contra
Foto: Rodolfo Stuckert/CNJ

Na reunião entre os líderes da base aliada e os ministros Ciro Nogueira e Flávia Arruda, na noite de ontem, foi discutida a possibilidade de nova decretação de estado de calamidade pública para prorrogação do auxílio emergencial fora do teto de gastos. A informação foi confirmada a O Antagonista por dois participantes do encontro.

Sem a aprovação da PEC dos Precatórios, como mostramos há pouco, os ministros da ala política pensam em alternativas para tentar turbinar a campanha de reeleição de Jair Bolsonaro. O governo quer adiar o pagamento de sentenças judiciais e mudar a correção do teto de gastos para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400. Caso o texto não seja aprovado, querem estender o auxílio emergencial.

Paulo Guedes e técnicos da equipe econômica são contra a medida. Afirmam que, com o avanço da vacinação e a flexibilização das restrições nas principais cidades do país, decretar calamidade seria um “tiro no pé”.

Os técnicos da equipe econômica defendem que mudanças no teto de gastos precisam de uma autorização constitucional e devem ser feitas por meio de aprovação de PEC no Congresso.

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