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"Alguma coisa está muito errada na fiscalização" das fronteiras, diz Witzel

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Wilson Witzel comemorou hoje a queda no número de assassinatos no Rio — foram 3.995 vítimas em 2019, o menor índice desde 1991.

“Hoje, a Polícia Civil é exemplo para todo o Brasil. Isso está nos índices. Aumentamos o índice de solução de casos de homicídios. Nós conseguimos reduzir o número de homicídios. Temos o menor índice de homicídos da história do nosso estado. Não adianta prender o traficante, mas não prender quem coloca dinheiro no tráfico. E a Polícia Civil está fazendo isso. Está prendendo milicianos e está prendendo os empresários do pó, esses são os mais importantes”, afirmou.

Witzel, no entanto, vê problemas na fiscalização das fronteiras e diz que já falou sobre o assunto com Jair Bolsonaro.

“No ano passado, nós apreendemos mais de 500 fuzis no nosso estado. Esses fuzis não são produzidos no Rio de Janeiro. Eles entram pela fronteira. Já pedi ao presidente Bolsonaro para que tenhamos uma atenção especial às fronteiras, conversar com os países vizinhos, porque não é possível a quantidade de fuzis que entram pela nossa fronteira”, disse.

“Ontem, nós enterramos um policial. Hoje, estamos enterrando outro policial. Não é possível continuar com essa quantidade de fuzis no Rio de Janeiro. Isso demonstra que alguma coisa está muito errada na fiscalização da entrada de armas no país.”

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