Alvo de ameaças, testemunha contra Paulo Preto entra em programa de proteção

A Folha informa que a principal testemunha do processo que levou à condenação de Paulo Preto a 145 anos de prisão, no início deste ano, entrou para o Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita) após relatar ter recebido ameaças de morte.

Paulo Preto, apontado como operador dos tucanos, está preso em Curitiba. Ele foi alvo da 60ª fase da Lava Jato, a operação Ad Infinitum. O MPF o acusa de ter movimentado pelo menos R$ 135 milhões em contas na Suíça, entre 2007 e 2017.

Nesta semana, o MPF denunciou o ex-diretor da Dersa por lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, Paulo Preto transferiu, em 2016, US$ 400 mil de sua conta na Suíça, mantida no nome de uma offshore, para a conta de outra offshore, controlada por um doleiro que atuava em conjunto com Rodrigo Tacla Durán.

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A força-tarefa da Lava Jato também identificou a transferência de 3,7 milhões de euros que ele mantinha nas Bahamas para uma conta em Lisboa da Santoro Sociedade de Advogados, escritório de que faz parte um de seus advogados.

Comentários

  • Mineiro -

    Não existe meio bandido. É natural que quem rouba, ameace, traia, agrida, minta e use outros verbos negativos. Jamais vire as costas para um meliante. Um século e meio é pouco.

  • Carlos -

    Essa é a velha política. Está sendo difícil mudar.

  • marcelo -

    Portugal vai aparecendo aos poucos...né Gilmar...

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