Amigo da onça

Branislav Kontic, um dos alvos da 64ª fase da operação Lava Jato, era amigo e assessor de Antônio Palocci.

Em setembro de 2016, durante a Operação Omertà, sua casa foi revirada por policiais federais e Branislav acabou preso com o amigo petista. Havia uma suspeita, mais genérica que a atual, de que o assessor havia recebido propina da Odebrecht. Ele saiu da prisão em dezembro de 2016.

Na delação de Palocci, que impulsionou “vasto material probatório” do MPF para esta operação, o petista disse que o amigo era responsável pelo recebimento e entrega de “vultosos recursos” do setor de propina da Odebrecht.

Inclusive, destaca Gabriela Hardt, Branislav sacava diretamente nas sedes da Odebrecht, em São Paulo, valores que “teriam sido por ele transportados, posteriormente, até a sede do INSTITUTO LULA”, conforme dito por Palocci.

A juíza destaca que a delação de Palocci trouxe novo elementos que possibilitavam “busca e apreensão eficiente”, diferente do caso de 2016.

Comentários

  • Luix -

    Desejo que a PF tenha tido êxito nessa busca e apreensão de hoje

  • Massaaki -

    Volto a repetir. Por que agora é diferente. É porque Palocci entregou as provas ou os caminhos e pessoas para produção delas. E agora a lavajato tem os tokens do Mywebday e do Drousys. Cruza tudo!

  • Edu_Brasil -

    E Lula, o "inocente" ?

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