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Amigos e inimigos de Bolsonaro

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Jair Bolsonaro escreveu no Twitter, em tom de ironia:

“Peço desculpas à grande parte da imprensa por não estar indicando inimigos para postos em meu governo!”

O deputado federal eleito Marcelo Calero, do PPS do Rio de Janeiro, respondeu:

“Presidente, não faça pouco da inteligência alheia! Ninguém espera que indique inimigos. Uma coisa é formar sua equipe. Outra, bem diferente, é a prática de obsequiar cargos para os ‘amigos do rei’. O caso do BB e, agora, da Petrobras, representam uma terrível contradição ao seu discurso.”

Entre os já milhares de comentários na postagem, alguns afirmam que Bolsonaro “lacrou”, que “o corte rápido e certeiro” do presidente está de volta e “que se dane a imprensa”.

Outros avaliam que algumas indicações do presidente são contraditórias com um de seus motes de campanha.

“O seu mote na campanha era contra as indicações por amizade em detrimento à capacitação técnica. O senhor comete o mesmo erro”, escreve um. “Presidente, se o senhor me permite, acho que não seria questão de indicar inimigos ou amigos, seria mais por indicar pessoas com critérios técnicos que o senhor havia apontado que iria fazer, não necessariamente tendo algum relacionamento com o senhor, seja de amor ou ódio”, acrescenta outro.

Ontem, como O Antagonista revelou, a Petrobras confirmou a nomeação de um “amigo particular” do presidente na gerência de Inteligência e Segurança Corporativa da estatal.

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