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André Mendonça começa sabatina lembrando da família e da carreira

Apontado como "terrivelmente evangélico" pelo presidente Jair Bolsonaro, o indicado ao STF fez questão de ressaltar que é filho de pais cristãos
André Mendonça começa sabatina lembrando da família e da carreira
Reprodução/TV Senado

Em sabatina na CCJ do Senado, o ex-AGU André Mendonça (foto) afirmou há pouco que, caso seja aprovado, vai exercer o cargo de ministro do STF mantendo compromissos com o Senado e com a sociedade.

“Sou filho de pai evangélico e mãe católica. Meu pai era do Banespa e impunha à família a mudança de cidades. Meus pais criaram 4 filhos e moramos em várias cidades. Perdi meu pai aos 19 anos. Pai, você sempre foi e sempre será meu orgulho, exemplo e referencial de vida”, disse Mendonça, emocionado.

Em sua fala inicial, antes da sabatina, o indicado se solidarizou com as famílias de vítimas da Covid e lembrou dos três senadores que morreram em decorrência da doença.

Mendonça também disse que é pastor evangélico há 18 anos, mas está licenciado. Em seguida, detalhou a carreira e a vida acadêmica.

“No período em que estive fora da AGU, atuei na CGU e coordenei equipes que realizam acordos de leniência de empresas da Lava Jato. Graças a esses acordos, empresas pagaram condutas indevidas e implantaram programas de integridade”, disse.

Mendonça ainda lembrou que, em 2018, aceitou ir para a Advocacia-Geral da União e, depois, assumiu o cargo de ministro da Justiça no governo Bolsonaro — ele sucedeu Sergio Moro.

“Ao longo de 11 meses executei programas contra o crime organizado, articulação das forças e tive como bandeira na minha gestão o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), no combate às drogas e a diversos crimes”, afirmou.

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