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Antes de engenheiros, o país precisa de juízes de verdade no STJ e STF

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O Estadão aponta, em editorial, como a falta de engenheiros, em especial nas áreas tecnológicas, afeta o desenvolvimento nacional.

“Atualmente, há no País 600 mil engenheiros, o equivalente a 6 profissionais para cada mil trabalhadores. Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores”, diz o jornal.

Está certo, mas a prioridade brasileira, no momento, é impedir as nomeações políticas para os tribunais superiores. É preciso que haja juízes de verdade no STJ e STF.

A lei dos homens precede as leis da física e da química.

Comentários

  • Oscar -

    Engano seu! As leis da Física precedem até a origem de nosso universo. Melhor seria dizer que se os advogados e juizes agissem cientifica e tecnicamente como os engenheiros (falo dos corretos profissionais) não estariamos nesta trágica situação. É só encarar o mundo como no método científico: com causa e consequência.

  • RODRIGO -

    Essa proporção de engenheiros em relação à população que existe nos EUA não pode ser aplicada ao Brasil por uma simples constatação que engenheiros são necessários em países que criam e desenvolvem tecnologia e esse não é o caso do Brasil. Eu sou engenheiro mecânico e estou desempregado há mais de 9 meses. Essa afirmação deve ser um factor lançado por algum dono de facilidade de engenharia. O Brasil perdeu o bonde da história. A cada dia mais somos produtores de commodities e para produzir commodities basta comprar tecnologia pronta. Não existe perspectiva de mudança.

  • Fernão -

    Como aconteceu com Atenas e Roma, Brasília não enxerga os confins do “império”. Os confins do “império” não enxergam Brasília, que só age e legisla em causa própria. E assim os “bárbaros”, de caneta ou de fuzil na mão, nos vão mergulhando na barbárie. . A partir de 1940, o Estado do Missouri instituiu as “eleições de retenção” de juízes. Nesse modelo os juízes continuam a ser selecionados por conselhos ou governadores, mas só se mantêm na função enquanto o povo, destinatário da justiça que fornecem, se disser satisfeito com o que recebe.

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