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Antes de soltar Rabicó, Vara de Execução não consultou MPF?

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Na decisão que permitiu a soltura de Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, o ministro Marco Aurélio Mello condicionou a liberdade do traficante “caso o paciente não esteja custodiado por motivo diverso”.

A liminar do ministro determina que o traficante aguarde em liberdade o julgamento do recurso do último processo que o mantinha atrás das grades.

Mas como apontou a subprocuradora Cláudia Sampaio Marques, Rabicó estava com sua prisão preventiva decretada na mesma ação.

Antes de soltar o traficante, a Vara de Execução Penal não consultou o MPF?

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Comentários

  • Caio -

    E o Corelio soltou o rabico, bem de seu feitio...

  • JEAN -

    Prevaricou...

  • Marli -

    O Brasil às vezes cansa !

Ler 108 comentários