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Anvisa diz que Butantan não apresentou elementos suficientes para liberar lotes da Coronavac

Agência fez interdição cautelar de vacinas fabricadas em laboratório ainda não aprovado; mais cedo, Doria alegou que não havia pendência e cobrou liberação
Anvisa diz que Butantan não apresentou elementos suficientes para liberar lotes da Coronavac
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira (8), a Anvisa afirmou que o Instituto Butantan enviou documentos que “não respondem satisfatoriamente” às dúvidas sobre os lotes interditados da Coronavac e seu local de fabricação.

A vigilância sanitária anunciou a interdição cautelar desses lotes no sábado passado (4), por terem sido fabricados em um laboratório na China ainda não aprovado pela inspeção da agência brasileira.

Hoje, mais cedo, João Doria alegou que não havia mais “nenhuma pendência” e cobrou a liberação das vacinas.

“O Instituto Butantan não apresentou o relatório de inspeção emitido pela autoridade sanitária, essencial para avaliação das condições de aprovação da planta, que podem incluir compromissos e condicionais para permitir a operação no local”, diz a Anvisa em sua nota.

A agência também cobrou do Butantan a apresentação da “documentação faltante”. E acrescentou: “Paralelamente, visando acelerar a avaliação dos lotes interditados, foram iniciados os trâmites internos para realização da viagem dos servidores para inspecionar o novo local de envase da vacina”.

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